Os Pilares da Terra

Os Pilares da Terra apareceram em conversa com uma colega de trabalho e partilhando com ela o gosto que tenho por romances históricos foi-me apresentado o inglês Ken Follett e o seu monumental livro.

pois bem, primeiro vai ser este:

e depois seguir-se-á este:
pilares da terra

 
boas leituras para todos 🙂

A trilogia de Zafón

A trilogia de Zafón:
1. A sombra do Vento
2. O jogo do Anjo
3. O prisioneiro do céu.

Esta trilogia é bastante sui generis. Os livros podem ser livros pela ordem que o leitor quiser uma vez que as estórias são independentes.
Envolvente, misteriosa, que nos proporciona uma leitura sôfrega da primeira à última página e que nos leva a uma Barcelona da primeira metade do século XX.

Li pela ordem que está em cima apresentada e já vou no último livro!
Espetacular!

Orquídeas

Já há um ano que temos aqui em casa orquídeas. Primeiro veio uma, depois outra… Agora temos quatro.
Desde o início que comecei a ler na internet sobre os cuidados que deveria ter com elas.Foram todas adquiridas com flores e botões prontos a rebentar.
Passado um ano, tenho flores que ainda não floriram novamente. Comecei a ficar um bocado preocupada com a saúde delas, no entanto continuavam a crescer folhas sem que florissem.
Iniciei assim a pesquisa sobre as razões que levavam as folhas a crescer sem haver sinais de querem florir.
Da minha pesquisa identifiquei 3 causas possíveis:
1. Água: pelo menos uma vez por semana. Verificar com a ponta do dedo no vaso se a casca de pinheiro se encontra húmida. As phalaenopsis necessitam de ter as raízes sempre húmidas, uma vez que não têm forma de guardar água entre regas é necessário ter bastante atenção de forma a evitar que sequem. Eu rego submergindo-as em água durante 10 minutos. Mas há quem as regue com água a correr.
2. Exposição à luz e ventilação: deverão estar o mais próximo possível das janelas para receberem o máximo de luz possível. Elas gostam de luz direta, desde que não muito forte. No verão deverão ser afastadas um pouco da janela se receberem luz direta, de forma a que as folhas não se queimem.
3. Fertilizantes: eu uso um da KB especial para orquídeas, de 15 em 15 dias misturado na água.

Rapidamente descobri que era da exposição à luz. Há coisa de 2 semanas mudei-as para mais perto da janela e realmente comecei a notar diferenças: espigões das raízes a querem crescer e pequenos nódulos que indicam vir a nascer a haste para florir novamente.

orquídeas   

orquídeas

A minha última aquisição, enquanto espero que as outras voltem a florir:

orquídeas
 

 

 

 

 

O senhor que se seguiu…

Às vezes andamos meses sem lermos literatura.
Ou porque não temos paciência, ou porque quando chegamos a casa só queremos descanso e não ligar o computador, ou porque temos outras coisas com que ocupar a cabeça, ou, simplesmente, porque não.
Mas aquele desassossego introduzido pelo renascimento do gosto pela leitura fez-me voltar aos passeios à hora do almoço pela fnac.
E o que encontrei depois?

António Zambujal. Cafuné.

Primeiro:o Pedro adora o escritor. Eu só o conheci, enquanto escritor, através dele e lembrei-me por que não oferecer-lhe o livro. O livro é novo, fresquinho-fresquinho, acabado de sair.
Segundo: Lá cheguei eu com o livro a casa e ofereci-lho. O entusiasmo foi tanto que percebi que afinal tinha comprado o livro para mim e não para ele.
Terceiro: E como eu não recuso presentes de ninguém, nem de mim própria, comecei a ler o livro que-comprei-para-ele-e-que-afinal-foi-para-mim!

O livro é sobre o secretário da amiga da aia da rainha, rainha essa D. Carlota Joaquina, aquela que chegou careca ao Brasil após a peste de piolhos a bordo do barco em que a corte portuguesa fugiu para o Brasil, antes dos franceses se aportarem em Lisboa. Essa mesma!
Bom, não avanço sobre a história, porque essa pertence apenas para situar temporal e espacialmente este texto ficcional, mas a estória é mesmo sobre esse rapaz, o secretário-da-amiga-da-aia-da-rainha, como diz na capa do livro (no spoilers)!

O livro é ao jeito do António Zambujal: livre, corrido, envolvente e cheio de sentido de humor. É o que é e não pretende ser outra coisa.

Caveman no Teatro do Bairro

CavemanPara quem não viu em 2010 e no meu caso, para quem viu em 2010 o Caveman está de novo em cena, desta vez interpretado pelo Manuel Marques e com encenação de António Pires.

Caveman explica de um modo divertido as diferenças entre sexos.

Em cada cena você vai reconhecer um bocadinho de si ou, pelo menos, do seu parceiro.

Retratando o dia a dia de um modo realístico, com humor e muito amor, Caveman mostra o que torna uma mulher numa mulher e um homem num homem.

Porque é que os homens fazem uma correria pelas lojas quando querem comprar roupa?

Porque é que as conversas entre homens se resumem aos últimos resultados do futebol e envolvem a produção de sons primitivos?

Está em cena no Teatro do Bairro às Terças Feiras.

A não perder.

 

sabonetes ach brito

A RTP está sempre a surpreender. A fugir aos programas fáceis e a mostrar o que há em Portugal.
Hoje de manhã, por acaso, assistimos a um episódio do programa da rtp Construtores de impérios, sobre os sabonetes claus da Ach Brito.
Já conhecia a marca, depois de todo o aparato originado pela referencia aos mesmos pela Ophra Winfrey, fiquei completamente surpreendida pela positiva com toda a essência da marca, o cuidado na embalagem dos produtos, o entusiasmo de José Fernandes a falar da marca, dos produtos…enfim.
Ach. Brito Cosmética é uma empresa portuguesa dedicada ao fabrico de sabonetes e perfumes. A empresa foi fundada por dois alemães radicados em Portugal, Ferdinand Claus e Georges Schweder. Mais tarde, Achilles de Brito adquiriu a empresa, alterando o nome para Ach. Brito & Cª Ldª, em 1918. Claus Porto é uma linha de produtos de alta gama, seguindo processos de produção tradicionais e manuais,
Parecem bombons de lindos que são!
A empresa é de Vila do Conde e tem loja na fábrica da Ach Brito e também no Porto.
Aqui em Lisboa existem vários sítios onde se podem comprar, um deles é o continente, mas também se podem comprar na loja “casa portuguesa”, no Chiado!
ach brito