Pizza para o jantar!!!

E não é da pizza hut, telepizza ou outra qualquer marca de compra.
Aliás, a compra que fizemos foi de ingredientes juntámos tudo e tcharaaaaaan:

 

Ingredientes:
– Massa própria para pizza;
– 1 lata de tomates pelados aos cubos;
– chouriço;
– fiambre aos cubos;
– azeitonas;
– queijo para pizzas;

Leva-se a massa 5 minutos aos forno para cozer a base.
Retira-se e deita-se a calda que vem dentro da lata e o tomate aos cubos, o chouriço, o fiambre, as azeitonas e por fim queijo em abundância.
Levar ao forno 15 min. até ficar a gosto.

4& 1 quarto

Ligou-me a minha irmã:
– olha, encomendei um livro na fnac e ligaram-me agora a dizer que já tinha chegado. Passas lá, compras-mo e depois quando estivermos juntas entregas-mo.
Assenti.
– Aproveita e lê-o!
– uhmmm. E é sobre o quê?
– Nao sei bem. É recente e eu gosto da autora.

Pois bem, encarregada de tais tarefas lá fui rumo à fnac em busca do tal livro e comecei a lê-lo logo de seguida.
Esclareçamos desde já a seguinte situação: nunca li nada da senhora e para mim ela era tipo uma Margarida Rebelo Pinto, que também nunca li. Portanto já, sou uma pessoa cheia de preconceitos e sem conhecimento nenhum destas escritoras e deste universo feminino, light e coisas.

Ponto 1 – sem spoilers, é a estória de um casal de tenra idade, idade madura, ou outro nome que se queira chamar, que adiciona à sua vida conjugal monogamia mais duas pessoas. Dai o nome, 4 pessoas num quarto! É a estória dos conflitos internos destas 4 pessoas, e narrados na primeira pessoa, por elas claro está, gerados por esta experiência e das consequências com que tem que lidar.

Na minha modesta opinião, que vale o que vale, e eu não sou o target desta senhora, achei que era pouco rico em descrições, pouco envolvente, que prometia muito e no final a montanha pariu um rato.
Eu bem sei, que não tenho aquela idade, que talvez essas pessoas possam-se rever nos personagens, mas para os meus 29 anos, é um livro que me diz pouco. Um ponto a favor, que acho bastante interessante, é a mudança de narrador, a autor deixa cada personagem refletir recorrendo a narrativas na primeira pessoa sobre as experiencias passadas, situações experienciadas e aos sentimentos vividos, isto sem se perder o rumo de quem está a falar. As passagens de uma para outro são perfeitamente identificáveis.
Acresce ainda a minha desilusão quanto ao fim! Aquele fim ultrapassa o razoável. Já li estorias a desfazerem-se em 50 páginas e mais, às vezes até um pouco aborrecidos, mas aquele fim faz troça de quem dedicou tempo a ler o livro. Trata-se de um desfecho às três pancadas e não quero pensar que tenha sido porque a autora queria-se excluir de dar lições de moral ou, pelo contrario, de ser acusada de libertinagem.

Mas esta é a minha opinião e repito e eu não sou o target, decididamente, deste livro.
Daqui a 20 anos volto a ler o livro.