Dia 8 – Colombo – Sigirya

Hoje acordámos em Colombo, a capital do Sri Lanka. De manhã fizemos um tour pela cidade e seguimos para Habarana. As estradas são francamente melhores do que as da Índia, mas em compensação são em menor número (existe uma estrada nacional que liga as principais cidades e no país uma autoestrada) e talvez um pouco menos caóticas. E foi em Colombo que começámos a saga dos templos Budistas: para entrar temos que descalçar os ténis e, em alguns locais, tirar o chapéu da cabeça (a maioria dos lugares sagrados são a céu aberto).
A caminho do destino final fomos visitar um monumento património da humanidade: Sigiriya. Sigiriya é, basicamente, um rochedo proeminente numa paisagem de altitude baixa e que foi utilizado como fortaleza.
O desafio de hoje era subir até ao topo o rochedo.

Beijinhos e Abraços

Marginal de Colombo
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Nózes
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Por Colombo
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Um templo budista
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Monges Budistas
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Antes da subida a Sigirya (Sigirya é aquele calhau lá ao fundo)
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Depois da subida e completamente estoirados (são mais de 1200 degraus assim meio a pique)
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Lá no topo já com o folgo recuperado (mais ou menos)
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Dia 7 – Jaipur – Delhi – Colombo

Hoje foi dia de deixar a Índia e rumar ao Sri Lanka, para isso tivemos de fazer uma viagem de 250km entre Jaipur e Delhi.
Antes de sairmos, o nosso motorista (o Ram) pediu-nos se podiamos fazer um pit-stop em casa dele, que fica numa aldeia a cerca de 2h de Delhi (na Estrada para Jaipur), e nós dissemos que sim.
Este foi o único ponto de destaque do dia, a viagem foi muito cansativa, o que retivemos foi apenas a horita que passámos em casa do Ram. O termo casa aqui é aplicado de forma genérica, pois são 4 paredes com uma espécie de camas que servem de sofá a quem aparece, um frigorifico, uma ventoinha gigante e pouco mais, em redor da casa tem uma quinta com plantações de milho e outras culturas não identificadas, tem também cães, vacas e búfalo(a)s.
Como bom anfitrião ofereceu-nos uns “snacks” locais e um chá que tinha leite das búfalas dele, medo!!

Beijinhos e Abraços

Nós com a família do Ram
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Despedida
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No avião para colombo
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Dia 6 – Jaipur

Hoje estivemos o dia todo em Jaipur, de manhã passámos pelo palácio do vento (que só tem fachada), depois fomos até ao forte de Âmbar (que fica numa montanha um pouco fora da cidade). Para subir ao forte fomos em cima de um elefante, foi giro para mim e a Rita teve sempre a dizer que não andei-de-burro-em-Santorini-com-medo-das-alturas-e-agora-estava-a-meter-se-em-cima-de-um-elefante.

No regresso passámos pelo palácio sobre a água (que está fechado, por isso não pudemos visitá-lo) e de seguida fomos a “Jantar Mantar” (um observatório astronômico do século XVIII), opcionalmente podíamos ainda ter ido a um museu qualquer do marajah qualquer coisa mas já não fomos, fomos antes a uns bazares (o motorista e os guias têm muitos amigos com lojas onde ganham comissões, não compramos nada) e depois regressámos ao hotel.

Jaipur é conhecida por ser a “cidade cor-de-rosa” no entanto a Rita ficou muito decepcionada pois não era bem cor-de-rosa, era tudo mais cor salmão, só contou 3 edifícios cor-de-rosa, eu não discuti com ela. À tarde em Jantar Mantar também ficou um pouco céptica relativamente a um dispositivo que indicava sempre onde estava a estrela polar, tenho a certeza que se ela pudesse conferenciar com o Marajah do Sec. XVIII o ia convencer que aquilo não funcionava 🙂

Agora as fotos do dia.

Beijinhos e Abraços

 

Palácio do Vento

Nós com o forte de âmbar lá ao fundo
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Nós em cima do elefante (a foto foi comprada em papel a um miúdo que estava lá a tirar fotos)
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Elefantes e seus cócós
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Dentro do forte
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Dentro do forte, lá em baixo um jardim sobre um lago
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Dentro do forte, lá atrás estavam a gravar um filme de Bolywood
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A Rita a olhar para cenas
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A Rita
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Palácio sobre a agua
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Jantar Mantar (Não tem nada a ver com comida)
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O Rocky
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Trabalho muito violento o destes senhores
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Um Sr. a enviar um e-mail
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Um puto, gosto desta foto
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Dia 5 – Agra – Jaipur

Hoje foi dia de visitar algumas lojas de recuerdos e de fazermos a viagem de Agra para Jaipur, cerca de 230km que demoraram cerca de 4 horas, pelo caminho visitámos o forte de Fatehpur Sikri (também tem uma mesquita). A visita a fatehpur sikri foi, segundo o que o motorista nos disse, à revelia da agencia de viagem. Bem isso nunca vamos conseguir comprovar e, sinceramente, também não interessa nada. Este emblemático ponto de interesse é extraordinário, foi pensado ao pormenor contudo, a falta de água, levou ao seu abandono 14 anos após a sua construção. Foi também, aqui, que vimos a primeira consequência da falta de cuidado dos europeus na Índia. Água, só engarrafada senão dá disparate!

Chegamos a Jaipur por volta das 16h, demos uma volta de carro pela cidade e depois ficamos a marinar aqui pelo hotel, este país cansa.

Já quase que me ia esquecendo, tivemos a nossa primeira experiência de abastecer um carro com ele ligado, como estava muito calor o Ram (o motorista) achou por bem poupar-nos ao calor e abasteceu com carro ligado, foi giro e emocionante, suei mais do que se estivesse na rua ao calor.

Nós a caminho do forte dentro um tuctuc

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Dentro do forte

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A mesquita

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A torre na entrada da mesquita

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Uns dreads na mesquita

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O sôtor

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Nos corredores da mesquita

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A Rita a fotografa-las

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A calçar-me (andei a lavar o chão da mesquita com as meias)

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Por hoje é só, até amanhã 🙂

 

Dia 4 – Agra

No 2º dia de manhã, saímos de New Delhi por uma autoestrada única: ao contrário das nossas, circulam veículos de todo o tipo e, inclusive, é atravessada por pessoas. Bem, neste caso, como se anda a velocidades indescritíveis (+/- 80km/h) e cortaram os campos a meio, sem ser assegurado o atravessamento inferior, até se dá o devido desconto…

A paisagem alterna entre campos de cultivo, torres altas onde, eu penso, que fazem os tijolos para diversas construções. Bem, 5h horas depois estávamos em Agra, para fazer uns 200km.

Em Agra vimos o Taj Mahal e o Forte de Agra (e outras coisas menores), o Taj Mahal é tão impressionante quanto o vendem, ficam aqui algumas fotos do dia

Chegada ao Hotel
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Taj Mahal
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Nós no Taj Mahal
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Um artista
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Forte de Agra
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Dia 3 – Delhi

No primeiro dia de passeio a sério andámos a passear por Delhi. Começámos por visitar o mercado Chadni Chowk  (andámos de rickshaw), visitámos a mesquita Jami Masjid (só por fora), fomos ao túmulo do Ghandi, ao túmulo de outro “artista” famoso, fomos ao templo de Akshardam (não vem nos guias mas é brutal, infelizmente não deixam levar maquinas fotográficas), fomos também visitar o Qutub Minar (uma torre muito grande, tipo as das fabricas da cortiça antigas) e depois uma voltinha de carro tipo citytour .

No dia de hoje o que nos impressionou mais foi o mercado, sem dúvida. Quando chegámos passavam poucos minutos das 8h, contudo já se notava o movimentos brutal desta zona antiga de Delhi. O guia disse-nos que íamos tão cedo para evitar a confusão. Beeem, a nós já nos pareceu confuso o suficiente…

Uma das pessoas mais famosas cá do sitio, a Rita, toda as miudas querem tirar fotos com ela

O túmulo do Ghandi a ser varrido por alguem que parece o próprio

Tumulo do Humayun’s (o gajo que tirou a foto era meio torto) Dia1_2 Como não consequimos meter mais fotos na net, o resumo do que vimos até agora é isto: Dia1_4

Dia 1 e 2 – Viagem e Chegada a Delhi

Como não há voos directos fizemos a viagem via Londres, chegamos a Londres às 12h e só tinhamos o voo para Delhi às 22h, portanto aproveitamos para ir dar uma volta ao centro e comer uns hamburguers fixes que conhecemos nos EUA e na chegada a Delhi, aproveitamos para descansar e conhecer as imediações do hotel.

Em Convent Garden à espera dos tais hamburguers (A Rita meteu-se à frente na foto)

 

A passea-las por Londres

 

No avião de Londres para Delhi

 

Chegada ao Hotel em Delhi