Aquivos por Autor: rita

Orquídeas…

5 meses desde o último post sobre as orquídeas cá de casa, vim dar conta dos desenvolvimentos.

Já as tenho todas floridas: a branca, a branca-rosa e a amarela. E um grande feito: a fuschia continua florida. Inacreditável, 5 meses depois!

O que é que elas precisam? Luz, muita luz. Luz próxima de uma janela, sem ser diretamente, pelo menos durante um grande período de tempo. As minhas apanham luz solar direta, mas por curtos períodos de tempo.

Até agora tenho-as regado apenas um vez por semana, mas reparo que com o calor que se tem sentido ultimamente começam a precisar de mais água. A solução, por agora, será borrifar as flores e as raízes com água quando estas começam a ficar acizentadas.

Aqui deixo uma imagem do meu “jardim botânico”:

run forest run

Já deixámos o ténis em fevereiro.
E com o tempo a melhorar tenho sentido cada vez mais vontade de fazer alguma atividade física, mas sem estar especialmente inclinada para nenhuma.
Hoje estive o dia todo a matutar, cheguei a casa e pensei: é hoje! instalei o music box no telemóvel, para me fazer companhia, e uma aplicação chamada runkeeper, para monitorizar o treino e provar a todos os incrédulos que efetivamente fui para a rua fazer exercício.
Tenho a dizer que fiquei muito bem impressionada com a aplicação pois é super fácil de utilizar e permite uma grande diversidade de treinos (andar, correr, bicicleta, bicicleta de montanha, natação etc).
Eu tinha pensado esta semana fazer apenas caminhadas, ver quanto consigo fazer, e ir subindo a fasquia a cada treino e, para aí, para a semana começar a correr.

Pensei em começar com 30 minutos hoje.
Ajustei aplicação para “andar” e start!

E lá fui eu…

A aplicação é muito fixe porque para além de medir a distância percorrida, mede também as calorias perdidas. Tem também uma opção, para quem vai, como eu, com os phones nos ouvidos, ouvir a informação do treino: quantos metros tinha andado, quantas passadas dava por minuto, a velocidade a que ia e quanto tempo estava a demorar.

Depois quando cheguei a casa ajustei o percurso, uma vez que o gps não funcionou às mil maravilhas e pos-me a fazer corta-matos em zonas inacreditáveis, e podemos monitorizar a nossa evolução. Estou fã! Só falta não perder o embalo…

A primeira barra já lá está:

calda de caramelo para pudins!

Hoje tinha um almoço cá em casa e tinha que pensar numa sobremesa rápida e saborosa. E que tal um pudim de ovos: super rápido e saboroso! Mas faltava a calda de caramelo para pudins. Então pensei: já vi a minha mãe fazer isto tantas vezes, também devo ser capaz de replicar.

Caramelo:
Para a elaboração da calda:
– 1 chávena de açúcar;
– meia chávena de água bem quente.

Coloca-se a chávena de açúcar dentro de um tacho (não utilizar anti-aderentes), em lume brando, vai-se mexendo até o açúcar queimar. Quando se tornar num líquido lançar, MUITO DEVAGAR, a chávena de água. Deixar arrefecer. Deixa-se ferver um pouco et voilá temos o nosso caramelo.

Entretanto iniciámos a elaboração do pudim.

Pudim:
– 5 ovos;
– 1 lata de leite condensado
– a mesma lata com leite
– não pus a raspa de limão porque me esqueci…

Mistura-se tudo num recipiente.

Entretanto, coloca-se a calda na forma do pudim e untam-se os lados. Verte-se com muito cuidado a mistura do pudim para evitar que se misture a calda com o pudim.
Deixa-se arrefecer e leva-se ao frigorífico.

 

 

Paris hulala!

Já viemos há mais de um mês de Paris e eu ainda não disse nada… mas vou dizer…
Paris foi o meu presente de aniversário, dos meus 29! Pedro, agora esmera-te para o dos 30! :Fomos por 5 dias. Tudo correu maravilhosamente. Ficámos hospedados no Adagio Paris Torre Eiffel, com vista direta para a dita. Estava um frio de cortar os pulsos, no entanto não fomos brindados com neve.

Dica importante: No primeiro fim-de-semana de cada mês a entrada é gratuita num grande conjunto de monumentos. Portanto, aproveitámos esse dia para visitar numa corridinha: Museu d’Orsay, Louvre, Panteão e Igreja Sainte Chapelle. Nos restantes dias fizemos os percursos normais para conhecer a cidade:

1 – Saint Germain de Près, Quartier Latin, Invallides, Montparnasse.
2 – Torre Eiffel (comprámos os bilhetes pela Internet), Trocadero, Arco do Triunfo, Champs Elysées, demos um pulinho à av. Montagne para lavar as vistas. Daqui infletimos para a Ópera e depois seguimos em direção às Galerias Lafayette.
3 – Dia dos museus
4 – Passagem Verdeau, seguimos em direção ao Pigalle espreitar a biodiversidade local e o Moulin Rouge, almoçamos no restaurante Deux Moulins (Café onde a Amélie trabalhava, no filme) e partimos em direção Montmatre. A partir daqui o objetivo era chegar ao Centre Jacques Pompidou mas…não foi só isso. Admirados com a distribuição do comercio nas ruas nas imediações das escadarias de Montmatre começamos a percorrer as ruas sem destino, passamos pela rua dos tecidos, dos botões, da fruta, dos casamentos…entretanto chegámos à Gare do Nord. E continuámos blv. Magenta abaixo até que infletimos para a Blv. de Estrasburgo BIG MISTAKE! NO COMMENTS! Mas finalmente chegámos ao destino. Cansados, estoirados…prontos para o descanso, mas ainda estavamos tão longe de casa…
5 – Dia livre para o descanso e compras muito importantes!

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