Os Pilares da Terra

Os Pilares da Terra apareceram em conversa com uma colega de trabalho e partilhando com ela o gosto que tenho por romances históricos foi-me apresentado o inglês Ken Follett e o seu monumental livro.

pois bem, primeiro vai ser este:

e depois seguir-se-á este:
pilares da terra

 
boas leituras para todos 🙂

A trilogia de Zafón

A trilogia de Zafón:
1. A sombra do Vento
2. O jogo do Anjo
3. O prisioneiro do céu.

Esta trilogia é bastante sui generis. Os livros podem ser livros pela ordem que o leitor quiser uma vez que as estórias são independentes.
Envolvente, misteriosa, que nos proporciona uma leitura sôfrega da primeira à última página e que nos leva a uma Barcelona da primeira metade do século XX.

Li pela ordem que está em cima apresentada e já vou no último livro!
Espetacular!

O senhor que se seguiu…

Às vezes andamos meses sem lermos literatura.
Ou porque não temos paciência, ou porque quando chegamos a casa só queremos descanso e não ligar o computador, ou porque temos outras coisas com que ocupar a cabeça, ou, simplesmente, porque não.
Mas aquele desassossego introduzido pelo renascimento do gosto pela leitura fez-me voltar aos passeios à hora do almoço pela fnac.
E o que encontrei depois?

António Zambujal. Cafuné.

Primeiro:o Pedro adora o escritor. Eu só o conheci, enquanto escritor, através dele e lembrei-me por que não oferecer-lhe o livro. O livro é novo, fresquinho-fresquinho, acabado de sair.
Segundo: Lá cheguei eu com o livro a casa e ofereci-lho. O entusiasmo foi tanto que percebi que afinal tinha comprado o livro para mim e não para ele.
Terceiro: E como eu não recuso presentes de ninguém, nem de mim própria, comecei a ler o livro que-comprei-para-ele-e-que-afinal-foi-para-mim!

O livro é sobre o secretário da amiga da aia da rainha, rainha essa D. Carlota Joaquina, aquela que chegou careca ao Brasil após a peste de piolhos a bordo do barco em que a corte portuguesa fugiu para o Brasil, antes dos franceses se aportarem em Lisboa. Essa mesma!
Bom, não avanço sobre a história, porque essa pertence apenas para situar temporal e espacialmente este texto ficcional, mas a estória é mesmo sobre esse rapaz, o secretário-da-amiga-da-aia-da-rainha, como diz na capa do livro (no spoilers)!

O livro é ao jeito do António Zambujal: livre, corrido, envolvente e cheio de sentido de humor. É o que é e não pretende ser outra coisa.

4& 1 quarto

Ligou-me a minha irmã:
– olha, encomendei um livro na fnac e ligaram-me agora a dizer que já tinha chegado. Passas lá, compras-mo e depois quando estivermos juntas entregas-mo.
Assenti.
– Aproveita e lê-o!
– uhmmm. E é sobre o quê?
– Nao sei bem. É recente e eu gosto da autora.

Pois bem, encarregada de tais tarefas lá fui rumo à fnac em busca do tal livro e comecei a lê-lo logo de seguida.
Esclareçamos desde já a seguinte situação: nunca li nada da senhora e para mim ela era tipo uma Margarida Rebelo Pinto, que também nunca li. Portanto já, sou uma pessoa cheia de preconceitos e sem conhecimento nenhum destas escritoras e deste universo feminino, light e coisas.

Ponto 1 – sem spoilers, é a estória de um casal de tenra idade, idade madura, ou outro nome que se queira chamar, que adiciona à sua vida conjugal monogamia mais duas pessoas. Dai o nome, 4 pessoas num quarto! É a estória dos conflitos internos destas 4 pessoas, e narrados na primeira pessoa, por elas claro está, gerados por esta experiência e das consequências com que tem que lidar.

Na minha modesta opinião, que vale o que vale, e eu não sou o target desta senhora, achei que era pouco rico em descrições, pouco envolvente, que prometia muito e no final a montanha pariu um rato.
Eu bem sei, que não tenho aquela idade, que talvez essas pessoas possam-se rever nos personagens, mas para os meus 29 anos, é um livro que me diz pouco. Um ponto a favor, que acho bastante interessante, é a mudança de narrador, a autor deixa cada personagem refletir recorrendo a narrativas na primeira pessoa sobre as experiencias passadas, situações experienciadas e aos sentimentos vividos, isto sem se perder o rumo de quem está a falar. As passagens de uma para outro são perfeitamente identificáveis.
Acresce ainda a minha desilusão quanto ao fim! Aquele fim ultrapassa o razoável. Já li estorias a desfazerem-se em 50 páginas e mais, às vezes até um pouco aborrecidos, mas aquele fim faz troça de quem dedicou tempo a ler o livro. Trata-se de um desfecho às três pancadas e não quero pensar que tenha sido porque a autora queria-se excluir de dar lições de moral ou, pelo contrario, de ser acusada de libertinagem.

Mas esta é a minha opinião e repito e eu não sou o target, decididamente, deste livro.
Daqui a 20 anos volto a ler o livro.

D. Maria a empregada de Cavaco

Hoje no passeio da hora de almoço pela Worten deparei-me com esta pérola, “D. Maria, A Empregada de Cavaco”:

cavaco

Eu pessoalmente vou aguardar pelo lançamento de “Quim Zé, o limpa piscinas de Cavaco” e de “Sr Vitor, o jardineiro de Cavaco” depois compro a trilogia na caixa especial para coleccionadores.

Até Já