Dia 6 – Jaipur

Hoje estivemos o dia todo em Jaipur, de manhã passámos pelo palácio do vento (que só tem fachada), depois fomos até ao forte de Âmbar (que fica numa montanha um pouco fora da cidade). Para subir ao forte fomos em cima de um elefante, foi giro para mim e a Rita teve sempre a dizer que não andei-de-burro-em-Santorini-com-medo-das-alturas-e-agora-estava-a-meter-se-em-cima-de-um-elefante.

No regresso passámos pelo palácio sobre a água (que está fechado, por isso não pudemos visitá-lo) e de seguida fomos a “Jantar Mantar” (um observatório astronômico do século XVIII), opcionalmente podíamos ainda ter ido a um museu qualquer do marajah qualquer coisa mas já não fomos, fomos antes a uns bazares (o motorista e os guias têm muitos amigos com lojas onde ganham comissões, não compramos nada) e depois regressámos ao hotel.

Jaipur é conhecida por ser a “cidade cor-de-rosa” no entanto a Rita ficou muito decepcionada pois não era bem cor-de-rosa, era tudo mais cor salmão, só contou 3 edifícios cor-de-rosa, eu não discuti com ela. À tarde em Jantar Mantar também ficou um pouco céptica relativamente a um dispositivo que indicava sempre onde estava a estrela polar, tenho a certeza que se ela pudesse conferenciar com o Marajah do Sec. XVIII o ia convencer que aquilo não funcionava 🙂

Agora as fotos do dia.

Beijinhos e Abraços

 

Palácio do Vento

Nós com o forte de âmbar lá ao fundo
Dia4_1
Nós em cima do elefante (a foto foi comprada em papel a um miúdo que estava lá a tirar fotos)
Dia4_2
Elefantes e seus cócós
Dia4_3
Dentro do forte
Dia4_4
Dentro do forte, lá em baixo um jardim sobre um lago
Dia4_5
Dentro do forte, lá atrás estavam a gravar um filme de Bolywood
Dia4_5x
A Rita a olhar para cenas
Dia4_6
A Rita
Dia4_7
Palácio sobre a agua
Dia4_8
Jantar Mantar (Não tem nada a ver com comida)
Dia4_9
O Rocky
Dia4_10
Trabalho muito violento o destes senhores
Dia4_11
Um Sr. a enviar um e-mail
Dia4_12
Um puto, gosto desta foto
Dia4_13

Dia 5 – Agra – Jaipur

Hoje foi dia de visitar algumas lojas de recuerdos e de fazermos a viagem de Agra para Jaipur, cerca de 230km que demoraram cerca de 4 horas, pelo caminho visitámos o forte de Fatehpur Sikri (também tem uma mesquita). A visita a fatehpur sikri foi, segundo o que o motorista nos disse, à revelia da agencia de viagem. Bem isso nunca vamos conseguir comprovar e, sinceramente, também não interessa nada. Este emblemático ponto de interesse é extraordinário, foi pensado ao pormenor contudo, a falta de água, levou ao seu abandono 14 anos após a sua construção. Foi também, aqui, que vimos a primeira consequência da falta de cuidado dos europeus na Índia. Água, só engarrafada senão dá disparate!

Chegamos a Jaipur por volta das 16h, demos uma volta de carro pela cidade e depois ficamos a marinar aqui pelo hotel, este país cansa.

Já quase que me ia esquecendo, tivemos a nossa primeira experiência de abastecer um carro com ele ligado, como estava muito calor o Ram (o motorista) achou por bem poupar-nos ao calor e abasteceu com carro ligado, foi giro e emocionante, suei mais do que se estivesse na rua ao calor.

Nós a caminho do forte dentro um tuctuc

Dia3_8

Dentro do forte

Dia3_6
A mesquita

Dia3_4

A torre na entrada da mesquita

Dia3_5

Uns dreads na mesquita

Dia3_2

O sôtor

Dia3_1

Nos corredores da mesquita

Dia3_9

A Rita a fotografa-las

Dia3_3

A calçar-me (andei a lavar o chão da mesquita com as meias)

Dia3_7

 

Por hoje é só, até amanhã 🙂

 

Dia 4 – Agra

No 2º dia de manhã, saímos de New Delhi por uma autoestrada única: ao contrário das nossas, circulam veículos de todo o tipo e, inclusive, é atravessada por pessoas. Bem, neste caso, como se anda a velocidades indescritíveis (+/- 80km/h) e cortaram os campos a meio, sem ser assegurado o atravessamento inferior, até se dá o devido desconto…

A paisagem alterna entre campos de cultivo, torres altas onde, eu penso, que fazem os tijolos para diversas construções. Bem, 5h horas depois estávamos em Agra, para fazer uns 200km.

Em Agra vimos o Taj Mahal e o Forte de Agra (e outras coisas menores), o Taj Mahal é tão impressionante quanto o vendem, ficam aqui algumas fotos do dia

Chegada ao Hotel
Dia2_3
Taj Mahal
Dia2_1
Nós no Taj Mahal
Dia2_2
Um artista
Dia2_5
Forte de Agra
Dia2_4

Dia 3 – Delhi

No primeiro dia de passeio a sério andámos a passear por Delhi. Começámos por visitar o mercado Chadni Chowk  (andámos de rickshaw), visitámos a mesquita Jami Masjid (só por fora), fomos ao túmulo do Ghandi, ao túmulo de outro “artista” famoso, fomos ao templo de Akshardam (não vem nos guias mas é brutal, infelizmente não deixam levar maquinas fotográficas), fomos também visitar o Qutub Minar (uma torre muito grande, tipo as das fabricas da cortiça antigas) e depois uma voltinha de carro tipo citytour .

No dia de hoje o que nos impressionou mais foi o mercado, sem dúvida. Quando chegámos passavam poucos minutos das 8h, contudo já se notava o movimentos brutal desta zona antiga de Delhi. O guia disse-nos que íamos tão cedo para evitar a confusão. Beeem, a nós já nos pareceu confuso o suficiente…

Uma das pessoas mais famosas cá do sitio, a Rita, toda as miudas querem tirar fotos com ela

O túmulo do Ghandi a ser varrido por alguem que parece o próprio

Tumulo do Humayun’s (o gajo que tirou a foto era meio torto) Dia1_2 Como não consequimos meter mais fotos na net, o resumo do que vimos até agora é isto: Dia1_4

Dia 1 e 2 – Viagem e Chegada a Delhi

Como não há voos directos fizemos a viagem via Londres, chegamos a Londres às 12h e só tinhamos o voo para Delhi às 22h, portanto aproveitamos para ir dar uma volta ao centro e comer uns hamburguers fixes que conhecemos nos EUA e na chegada a Delhi, aproveitamos para descansar e conhecer as imediações do hotel.

Em Convent Garden à espera dos tais hamburguers (A Rita meteu-se à frente na foto)

 

A passea-las por Londres

 

No avião de Londres para Delhi

 

Chegada ao Hotel em Delhi

Tracking Number OCD

Para quem não sabe, Tracking Number OCD = “Obsessive–compulsive disorder”, vocês também são daqueles que quando compram uma coisa pedem o numero de registo e vão de 5 em 5 minutos ao site da transportadora ver em que estado está? Eu sou.

Vendi o meu portatil antigo e descobri que quando customizados no site da Apple, esta envia o material diretamente da China, ora isto despertou em mim o mais profundo obsessismo, dou por mim a fazer refresh ao site da TNT constantemente, já tive a ver os horarios dos voos, a especular sobre as possiveis escalas.. enfim.. toda uma panoplia de doenças mentais .

Aguardemos pela chegada deste, em principio 6ª já cá canta para curar a doença… atá à proxima encomenda 🙂 .

tracking number ocd

Um passeio em Lisboa

Uma destas Sexta Feira que passou dei um passeio em Lisboa. Estava o tempo instável, ora chuva ora sol. Aproveitei para tirar alguma fotos entre Picoas e o Chiado passando pelo Marquês de Pombal e Av. da Liberdade.

Aqui ficam uns flashes..

clicar para ver maior

Metro em Picoas
passeio em lisboa

Edificio na Av. Fontes Pereira de Melo
passeio em lisboa

Marquês de Pombal
passeio em lisboa

Av. da Liberdade
passeio em lisboa

Restauradores
passeio em lisboa

Rossio
passeio em lisboa

25 de Abril Sempre, Fascismo nunca mais

Como a vida não está fácil, decidimos ir até à Avenida da Liberdade neste 25 de Abril dar um “passeio” em protesto com o nosso estimado governo, aproveitando também para “bater” algumas chapas com a Contax G2 + Carl Zeiss 28mm f2.8 e reavivar a técnica para revelar uns rolos em casa.

Todas as fotos foram tiradas com a Contax G2 e a lente CZ 28/2.8 e foram reveladas em casa com Rollei RHS.

As fotos com menos contraste são com um rolo Agfa APX100 @ ISO100 e o com mais contraste são de um Ilford HP5+ @ ISO400, foram ambos revelados a 20º.

abril sempre

abril sempre

abril sempre

abril sempre

abril sempre

abril sempre

Podem ver o restante aqui: http://www.flickr.com/photos/barbosas/sets/72157633362502964/

Orquídeas…

5 meses desde o último post sobre as orquídeas cá de casa, vim dar conta dos desenvolvimentos.

Já as tenho todas floridas: a branca, a branca-rosa e a amarela. E um grande feito: a fuschia continua florida. Inacreditável, 5 meses depois!

O que é que elas precisam? Luz, muita luz. Luz próxima de uma janela, sem ser diretamente, pelo menos durante um grande período de tempo. As minhas apanham luz solar direta, mas por curtos períodos de tempo.

Até agora tenho-as regado apenas um vez por semana, mas reparo que com o calor que se tem sentido ultimamente começam a precisar de mais água. A solução, por agora, será borrifar as flores e as raízes com água quando estas começam a ficar acizentadas.

Aqui deixo uma imagem do meu “jardim botânico”:

run forest run

Já deixámos o ténis em fevereiro.
E com o tempo a melhorar tenho sentido cada vez mais vontade de fazer alguma atividade física, mas sem estar especialmente inclinada para nenhuma.
Hoje estive o dia todo a matutar, cheguei a casa e pensei: é hoje! instalei o music box no telemóvel, para me fazer companhia, e uma aplicação chamada runkeeper, para monitorizar o treino e provar a todos os incrédulos que efetivamente fui para a rua fazer exercício.
Tenho a dizer que fiquei muito bem impressionada com a aplicação pois é super fácil de utilizar e permite uma grande diversidade de treinos (andar, correr, bicicleta, bicicleta de montanha, natação etc).
Eu tinha pensado esta semana fazer apenas caminhadas, ver quanto consigo fazer, e ir subindo a fasquia a cada treino e, para aí, para a semana começar a correr.

Pensei em começar com 30 minutos hoje.
Ajustei aplicação para “andar” e start!

E lá fui eu…

A aplicação é muito fixe porque para além de medir a distância percorrida, mede também as calorias perdidas. Tem também uma opção, para quem vai, como eu, com os phones nos ouvidos, ouvir a informação do treino: quantos metros tinha andado, quantas passadas dava por minuto, a velocidade a que ia e quanto tempo estava a demorar.

Depois quando cheguei a casa ajustei o percurso, uma vez que o gps não funcionou às mil maravilhas e pos-me a fazer corta-matos em zonas inacreditáveis, e podemos monitorizar a nossa evolução. Estou fã! Só falta não perder o embalo…

A primeira barra já lá está: