Dia 10 – Kandy

Hoje foi um dia muito preenchido. Começámos bem cedo em direção a Kandy. Pelo caminho parámos para visitar um templo escavado nas rochas que tem para lá de 3000 Budas, muitos frescos e ainda mais macacos (pequenos, grandes e gémeos, sim macacos gémeos)!

Seguiu-se a visita a um dos vários spice gardens localizados nas imediações da estrada e  que consistem basicamente em observar as árvores/arbustos que dão as diversas especiarias cá da zona, óleos e matérias-primas etc – a Rita até ganhou um pulseira diretamente extraída da árvore da borracha.

Momento alto do dia: fomos a um Templo Budista que diz que guarda os dentes do Buda (tem uma história de salvamento dos dentes do Buda engraçada). Então e o que temos que fazer quando vamos a um templo? Tirar os sapatos, o chapéu da cabeça e assegurar que não temos as pernas descobertas acima do joelho (não podemos . 1.º problema: o Pedro tinha os joelhos à mostra (2 dedos acima do joelho); já embrulhado numa encharpe com borboletas entrámos e larga-se a chover, e nós de meias… e para acabar em grande a visita: não vimos os dentes do Buda porque são demasiado sagrados para poderem ser vistos por nós (diz que estão guardados dentro de uma caixa à qual não conseguimos aceder.

A parte da tarde foi passada a visitar uma loja de roupa tradicional, de produtos de madeiras aqui do Sri Lanka e por fim uma loja de pedras preciosas e semi-preciosas.

No final da tarde fomos assistir a um espetáculo de danças tradicionais de Kandy, o qual gostámos muito.

Beijinhos e Abraços

O hotel em Kandy
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Templo dourado
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Templo da caverna (tudo isto foi escavado em rocha no topo da montanha)
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Um macaco com gemeos
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Umas velhotas
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No jardim de ervas e especiarias (cravinho)
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No templo do dente (onde estão os dentes do Buda), tive de vestir uma “saia” porque ia com os joelhos à mostra
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Um monge a comprar tabaco
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Espetáculo de danças tradicionais
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A Rita vestida com um Shari
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Dia 9 – Habarana

Tínhamos combinado dizer ao motorista para sairmos as 10h porque já começamos a estar muito cansados, mas quando lhe perguntámos na noite anterior, ele muito sorridente disse: 8h!
A manhã foi passada a visitar Polonnaruwa, uma antiga cidade agora resumida a calhaus e olhem que a nossa imaginação até foi boa a tentar reconstruir edifícios através de ruínas. Já no fim da visita tivemos um pequeno problema com as fotografias ao Buda, é que para além de descalços, sem chapéu na cabeça não poderíamos tirar uma fotografia a nós com o dito – é uma coisa cá deles -, ou seja fotos do Buda só podem aparecer com ele.
Acabados de ver a “cidade antiga” fomos em direção ao Parque Nacional Minneriya., onde vimos diversas aves, búfalos, raposas, elefantes e até um cão! LOL Mas o ponto alto foram mesmo os elefantes!

Beijinhos e Abraços

O nosso “hostal” em Habarana (era mesmo no meio do mato, por isso é que a net não funcionava muito bem)
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A Rita a fazer amigos no Sri Lanka
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Num templo
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Água de coco laranja é muito mais doce que do coco castanho
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Uma navalhita
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Elefantes, Elefantes, mais Elefantes e Nós com os Elefantes:

Reparem que o 1º elefante leva uma cria lá de baixo, iam a protege-lo
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Estes estavam a brincar às lutas, tivemos que fugir com o jipe à pressa

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A Rita a olhar para elefantes, eram mais de 60/70 estavam muito perto de nós, só mesmo vendo.

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Não há uma fotografia com o Pedro que se aproveite, escolhemos esta

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Aqui aparecem os elefantes quase todos, já do outro lado do lago, cliquem para ver maior, são várias imagens coladas

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Dia 8 – Colombo – Sigirya

Hoje acordámos em Colombo, a capital do Sri Lanka. De manhã fizemos um tour pela cidade e seguimos para Habarana. As estradas são francamente melhores do que as da Índia, mas em compensação são em menor número (existe uma estrada nacional que liga as principais cidades e no país uma autoestrada) e talvez um pouco menos caóticas. E foi em Colombo que começámos a saga dos templos Budistas: para entrar temos que descalçar os ténis e, em alguns locais, tirar o chapéu da cabeça (a maioria dos lugares sagrados são a céu aberto).
A caminho do destino final fomos visitar um monumento património da humanidade: Sigiriya. Sigiriya é, basicamente, um rochedo proeminente numa paisagem de altitude baixa e que foi utilizado como fortaleza.
O desafio de hoje era subir até ao topo o rochedo.

Beijinhos e Abraços

Marginal de Colombo
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Nózes
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Por Colombo
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Um templo budista
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Monges Budistas
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Antes da subida a Sigirya (Sigirya é aquele calhau lá ao fundo)
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Depois da subida e completamente estoirados (são mais de 1200 degraus assim meio a pique)
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Lá no topo já com o folgo recuperado (mais ou menos)
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Dia 7 – Jaipur – Delhi – Colombo

Hoje foi dia de deixar a Índia e rumar ao Sri Lanka, para isso tivemos de fazer uma viagem de 250km entre Jaipur e Delhi.
Antes de sairmos, o nosso motorista (o Ram) pediu-nos se podiamos fazer um pit-stop em casa dele, que fica numa aldeia a cerca de 2h de Delhi (na Estrada para Jaipur), e nós dissemos que sim.
Este foi o único ponto de destaque do dia, a viagem foi muito cansativa, o que retivemos foi apenas a horita que passámos em casa do Ram. O termo casa aqui é aplicado de forma genérica, pois são 4 paredes com uma espécie de camas que servem de sofá a quem aparece, um frigorifico, uma ventoinha gigante e pouco mais, em redor da casa tem uma quinta com plantações de milho e outras culturas não identificadas, tem também cães, vacas e búfalo(a)s.
Como bom anfitrião ofereceu-nos uns “snacks” locais e um chá que tinha leite das búfalas dele, medo!!

Beijinhos e Abraços

Nós com a família do Ram
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Despedida
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No avião para colombo
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Dia 6 – Jaipur

Hoje estivemos o dia todo em Jaipur, de manhã passámos pelo palácio do vento (que só tem fachada), depois fomos até ao forte de Âmbar (que fica numa montanha um pouco fora da cidade). Para subir ao forte fomos em cima de um elefante, foi giro para mim e a Rita teve sempre a dizer que não andei-de-burro-em-Santorini-com-medo-das-alturas-e-agora-estava-a-meter-se-em-cima-de-um-elefante.

No regresso passámos pelo palácio sobre a água (que está fechado, por isso não pudemos visitá-lo) e de seguida fomos a “Jantar Mantar” (um observatório astronômico do século XVIII), opcionalmente podíamos ainda ter ido a um museu qualquer do marajah qualquer coisa mas já não fomos, fomos antes a uns bazares (o motorista e os guias têm muitos amigos com lojas onde ganham comissões, não compramos nada) e depois regressámos ao hotel.

Jaipur é conhecida por ser a “cidade cor-de-rosa” no entanto a Rita ficou muito decepcionada pois não era bem cor-de-rosa, era tudo mais cor salmão, só contou 3 edifícios cor-de-rosa, eu não discuti com ela. À tarde em Jantar Mantar também ficou um pouco céptica relativamente a um dispositivo que indicava sempre onde estava a estrela polar, tenho a certeza que se ela pudesse conferenciar com o Marajah do Sec. XVIII o ia convencer que aquilo não funcionava 🙂

Agora as fotos do dia.

Beijinhos e Abraços

 

Palácio do Vento

Nós com o forte de âmbar lá ao fundo
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Nós em cima do elefante (a foto foi comprada em papel a um miúdo que estava lá a tirar fotos)
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Elefantes e seus cócós
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Dentro do forte
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Dentro do forte, lá em baixo um jardim sobre um lago
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Dentro do forte, lá atrás estavam a gravar um filme de Bolywood
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A Rita a olhar para cenas
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A Rita
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Palácio sobre a agua
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Jantar Mantar (Não tem nada a ver com comida)
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O Rocky
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Trabalho muito violento o destes senhores
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Um Sr. a enviar um e-mail
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Um puto, gosto desta foto
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